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Índice
Bastidores - edição 153 -31/7/09
Bastidores - edição 141-16/6/09
Bastidores - edição 135-26/5/09
Bastidores - edição 133-18/5/09
Bastidores - edição 132-15/5/09
Bastidores - edição 131-12/5/09
Bastidores - edição 130-8/5/09
Bastidores - edição 129-5/5/09
Bastidores - edição 128-1/5/09
Bastidores - edição 123-10/4/09
Bastidores - edição 122-7/4/09
Bastidores - edição 121-3/4/09
Bastidores - edição 120-31/3/09
Bastidores - edição 119-27/3/09
Bastidores - edição 118-24/3/09
Bastidores - edição 117-20/3/09
Bastidores - edição 116-17/3/09
Bastidores - edição 115-13/3/09
Bastidores - edição 114-10/3/09
Bastidores - edição 113 -6/3/09
Bastidores - edição 112 - 3/3/09
Bastidores - edição 111 - 27/2/09
Bastidores - edição 110 - 20/2/09
Bastidores - edição 109 - 17/2/09
Coisas - edição online - 8/1/09
De olho
A cúpula do governo acompanha apreensiva a análise da documentação
entregue pelo Instituto Circênico para a prestação de
contas do Carnaval deste ano. A papelada ainda não foi verificada na
íntegra pelos técnicos da Prefeitura, segundo apurou esta coluna,
mas já baixou na Câmara, onde está sendo estudada pelos
vereadores – alguns até contrataram contadores particulares para
o serviço. Embora o Carnaval tenha ocorrido em fevereiro, há
comentário de que tem nota juntada à prestação
de contas tirada em junho, por exemplo, o que é visto com estranheza
– no mínimo.
Fim
Tanta reunião ia mesmo cair no vazio. Depois de alguns meses, o prefeito
Osvaldo (PV) resolveu por fim às reuniões do secretariado, que
ocorria nas manhãs de terça-feira. Ao que dizem, era muita conversa
e pouco resultado prático – ou seja, pura perda de tempo.
No limite
Sabe-se que também que o prefeito não anda nem um pouco satisfeito
com ao menos “dois ou três secretários”, cujo desempenho
não está agradando. Em relação a eles, já
teria inclusive falado em demissão. Admite-se que tome providência
logo, quando anunciar, enfim, o início do enxugamento da máquina
de governo.
Goela abaixo
Para esvaziar qualquer boicote ao Arraiá do Conde, como esta coluna
antecipou na sexta-feira (24) passada, dizem que o prefeito se pôs a
disparar telefonemas para seus assessores, exigindo o comparecimento no evento
preparado pelo FUSS (Fundo Municipal de Solidariedade). Falam que chegou até
a se estressar com um ou outro secretário, elevando o tom de voz. No
final, teria marcado a presença de todos na Prefeitura às 18h,
no sábado, para saírem juntos de lá para o tal arraiá.
À mesa
Bom anfitrião, o dono da Fazenda Maria Luiza ofereceu um jantar às
autoridades e alguns convidados presentes ao Arraiá do Conde, no início
da noite do sábado. O cardápio foi à base de massas.
Tudo escolhido a dedo por João Ataliba, presidente do PP e ex-candidato
a vice-prefeito na chapa do PT.
Bonzinho
Depois do ‘rebu’ que deu a compra do luxuoso Citroem de quase
R$ 80 mil pela Câmara, com aval geral e irrestrito dos senhores edis,
agora o vereador Atilinho (DEM) quer que o Legislativo faça uma boa
ação, doando o veículo antigo ao Conselho Tutelar.
Uma boa
Atualmente, o Conselho possui apenas uma perua kombi – sem tacógrafo,
diga-se de passagem, que é obrigatório. Mas, pelo menos esse
detalhe parece que será resolvido em breve: é que o chefe de
gabinete Chicão Leonelli já garantiu que está providenciando
a aquisição do equipamento.
Visita
Dia 13, 10h, os vereadores Tito Coló (PSDB) e Kakai (PT) visitam o
NAI (Núcleo de Atendimento Integrado) de São Carlos (SP), para
conhecer o trabalho feito lá com menores infratores e sugerir a criação
de algo semelhante em Jaú. O NAI acolhe adolescentes encaminhados pela
polícia, evitando a permanência deles em delegacias ou outros
locais distantes da família, e realiza os encaminhamentos necessários
– no caso, à Rede Municipal de Serviços, coisa de que
Jaú também não dispõe.
Preocupação
Vereadores também estão agendando para breve uma reunião
com vários segmentos da sociedade para debater um problema crescente:
o aumento de moradores de rua na cidade. Empobrecimento da população
ou inchaço provocado pelo encaminhamento de mendigos de outras cidades
para cá?
Em boca fechada...
Durante a sessão da Câmara, segunda-feira (27), Atilinho quis
justificar que o governo passado, do qual fez parte como secretário
municipal, só não fez o asfalto do “Cila” porque
o dinheiro chegou junto com a temporada de chuva – isso, depois de oito
anos de administração! E o vereador não ficou nem vermelho.
...não entra mosquito
Atilinho teve de ouvir do presidente Paulo de Tarso (PV) que em Manaus (AM)
e em Belém (PA) também chove – e muito, todo dia! –
e nem por isso essas capitais estão sem asfalto nas ruas.
Comparação
Lampião (PV) cutucou Kakai, o mais crítico entre os vereadores.
Segundo o verde, em toda a administração tucana o petista teve
“apenas dois pedidos atendidos”, enquanto que em seis meses do
governo do PV já teve inúmeras conquistas. Sinônimo de
que a atual administração não usa rolo compressor contra
ninguém, segundo Lampião, que era tucano, migrou para o PV,
virou oposição e sofreu um bocado nas mãos dos ex-companheiros.
Dúvida
Em resposta ao companheiro verde, Kakai reconheceu que, “em termos de
pequenos reparos em serviços”, realmente está tendo muitos
pedidos atendidos. Mas não entendeu até onde Lampião
quis chegar com a comparação.
Uma no cravo...
Líder do governo na Câmara, Frederico (PV) explicou: Lampião
quis dizer que “hoje está difícil ser oposição”
em Jaú, porque o prefeito Osvaldo (PV) atende a todos, independentemente
de bandeiras partidárias. Rápido, Kakai devolveu com a seguinte
reflexão: “será que a oposição está
sendo atendida porque trabalha muito ou por que a situação trabalha
pouco?”.
Estridente
Nota publicada no site oficial do PV de Jaú (www.pvblico.org.br) considera
“estridente e vazia” a oposição de Kakai, líder
do PT, ao governo de Osvaldo. “Comparações entre verdes
e PSDB e retóricas irônicas têm revelado face ruidosa do
petista, que passa ao longe de algo consistente e propositivo”, sustenta
o PV. “Kakai estaria agindo da mesma forma que seu mentor político,
o ex-deputado federal José Dirceu”, emenda a nota.
Verde novo
O site dos verdes informa também que o secretário de Cultura,
André Galvão de França, é o mais novo filiado
do PV. Nos tempos em que esteve no Paraná, o secretário, que
é jauense, militou no PC do B.
Retratação
Os verdes ainda repudiam publicação feita por um jornal de Jaú,
que teria informado que o site “público” não seria
porta-voz oficial do PV. Ao afirmar que o presidente Ernani Toffano “tem
ciência e concordândia” de tudo o que sai no site, o partido
pede retratação do jornal com igual destaque.
Queixas
Justificativa que está na primeira página da ‘ação
civil pública de execução de obrigação
de fazer’, movida pelo Ministério Público (MP) contra
o E.C. XV de Novembro de Jaú: “(...) inúmeras reclamações
feitas à Promotoria de Justiça, relativas à falta de
condições de segurança do Estádio Zezinho Magalhães”.
Conhecimento
O promotor Celso Vannuzini cita na ação que o presidente do
XV, Zé Construtor, sabia que o MP ajuizaria tal execução.
Em 29 de janeiro ele assinou documento que previa a ação, quando
assumiu a obrigação de fazer as obras de segurança contra
incêndio. “(...) findo o prazo estipulado (90 dias), sem que o
compromissário (Construtor) tenha cumprido o acordo celebrado, o compromitente
(MP) ajuizará ação civil pública (...) para o
seu cumprimento”.
Bem informado
O mesmo documento também registra que o presidente sabia que o caso
seria levado ao conhecimento da Federação Paulista de Futebol
(FPF), “no sentido de que os jogos sejam realizados com portões
fechados”. Portanto, não tem como alegar ignorância –
nem mesmo reclamar.
Cerco
Um documento emitido pelo 12.o Grupamento de Incêndio do Corpo de Bombeiros
de Jaú em 15 de junho informava ao MP que o estádio do XV estava
“irregular perante o Decreto Estadual no. 46.076/01, que institui o
regulamento de segurança contra incêndio nas edificações
e áreas de risco”. Um outro, de abril, foi encaminhado pela FPF
ao Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça Cíveis
e de Tutela Coletiva, dando conta das mesmas irregularidades “para análise
e eventuais providências”.
Vai e...
O que era presumível deve mesmo acontecer: o delegado seccional Roberto
Tucunduva Filho vai trocar delegados de lugar. Pelo menos uma mudança
já estaria definida: o delegado Wanderley Vendramini deixaria o 4.o
DP, no Distrito de Potunduva, para assumir o 3.o DP, no lugar de Nelson Henrique
Júnior. Este, por sua vez, ficaria em tempo integral na Delegacia de
Trânsito.
...vem
Desde que veio de Ourinhos (SP) para Jaú, em substituição
ao ex-seccional Piccino Filho, afastado das funções pela Justiça
Federal, acusado de envolvimento com a máfia dos caça-níqueis,
Tucunduva Filho não fez nenhuma mudança na estrutura policial
da cidade.
Novatos
Outra informação dá conta de que quatro novos delegados
recém-saídos da Academia de Polícia deverão ser
enviados para Jaú. Mas ainda que isso se concretize, a Seccional, que
responde por Jaú e cidades circunvizinhas, continuaria ao menos com
15 espaços vazios somente no quadro de delegados.
Risco
Nas próximas sessões a Câmara deve receber resposta da
Prefeitura a requerimento do vereador Dr. Segura (PTB), sobre os deputados
que destinaram verbas para Jaú, e quais os valores. Comenta-se que
vários parlamentares estariam cumprindo a parte deles; a Prefeitura
é que não estaria cumprindo a dela – desenvolvendo projetos
para a liberação dos recursos, por exemplo. Nos bastidores do
Legislativo, o papo é que, por conta disso, o deputado Toffano (PV)
pode “perder” emendas de até R$ 1 milhão. Pelo visto,
o assunto promete.
Público
A Câmara estuda a reformulação da Lei Orgânica do
Município e do Regimento Interno da Casa. A intenção
é fazer audiências públicas visando à participação
popular na elaboração da nova “Constituição
Municipal”. As audiências deverão tomar parte na semana
comemorativa ao aniversário do município.
Um por todos...
Rivais políticos esqueceram as diferenças e se uniram em prol
de uma causa, ontem, na Câmara. Ex-funcionários e ex-presidentes
do Legislativo, como Janete Roscani, Odete Escanuela Góes, Gustavo
Chiosi Filho, Carlos Augusto Moretto, Zé Mineiro e Zanatto se reuniram
para combinar a melhor defesa contra julgamento do TCE, que considerou irregulares
as aposentadorias concedidas a pelo menos cinco ex-funcionários da
Casa. A defesa será caso a caso, visto que a Câmara apenas cumprirá
o que o Tribunal determinar.