jornalgente
.............
.......................a boa notícia

*

* Fale conosco

* Anuncie com a Gente

Ouça Rádio PIRATININGA de Jaú ao vivo
Ouça Rádio Jovem Pan ao vivo
 

.. Gente busca

 

OK

 





















.
.
.

 

 

 

Índice

Editorial - edição 104-12/12/08

Editorial - edição 103-5/12/08

Editorial - edição 102-28/11/08

Editorial - edição 101-21/11/08

Editorial - edição 100-14/11/08

Editorial edição 99 - 7/11/2008

Editorial edição 95 - 17/10/2008

Secretariado: Osvaldo é o responsável

por: Hailton Medeiros

Nunca vi algo novo não surpreender. Além da surpresa, toda novidade divide opiniões, provoca torções de nariz e suscita prognósticos sombrios. O resultado final, porém, nem sempre bate com as previsões.
Eu era ainda menino quando a Fiat quebrou a hegemonia dos besourinhos da Volkswagen, os populares Fuscas, ao lançar o modelo 147, muito parecido com uma botinha ortopédica. Virou chacota, ganhou apelidos depreciativos, mas foi aprimorado, transformou-se no Uno e se tornou um dos carros mais vendidos do Brasil até hoje. O Fusca, como se sabe, acabou ficando ultrapassado e saiu de linha faz tempo.
O jovem e, em alguns casos, até desconhecido secretariado do futuro prefeito Osvaldo Franceschi Júnior, está passando pela mesma provação. Nem bem alguns nomes foram anunciados e já teve gente praguejando contra eles.
Confesso que também me surpreendi e fiquei apreensivo. Mas não acho justo queimar quem quer que seja do novo time que terá a missão de tocar os destinos da Prefeitura a partir de janeiro, só porque divirjo do prefeito eleito. Ele teve suas razões para escolher essas pessoas para o secretariado, e isso precisa ser respeitado.
Osvaldo está convencido de que o modelo atual de administração pública tem de ser modernizado. Optou por um sistema de gestão, em que o titular de cada pasta vai funcionar como uma espécie de gerente, gerindo os recursos do orçamento. Para assessorá-lo diretamente, aí sim, estarão os técnicos de cada área.
Alguns mais apressados já dizem que não é hora para fazer experiências, especialmente por causa da crise que está batendo à porta. Mas quando, então, será tempo para inovar? Se o eleitor já trocou a mesmice de sempre pelo novo e os políticos de longa data por alguém ainda inexperiente na área, também abriu brechas para novas experimentações.
Não se trata aqui de apoiar integralmente as iniciativas do novo prefeito de Jaú. Longe disso – e nem é esta a função deste jornal. A questão é sustentar o voto de confiança dado na última eleição. Sem que alguém tente algo novo, como podemos dizer que aquilo não vai funcionar? Ademais, a responsabilidade é toda do futuro prefeito, que arcará sozinho com as conseqüências dos seus atos. Se ele acertar, terá o merecido reconhecimento; se errar, poderá ser desalojado do Paço daqui a quatro anos e encerrar sua carreira política.