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Índice

Coisas - edição 104-12/12/08

Coisas - edição 103-5/12/08

Coisas - edição 102-28/11/08

Coisas - edição 101-21/11/08

Coisas - edição 100-14/11/08

Coisas - edição 99 - 7/11/2008

Coisas - edição 95 - 17/10/2008

Internautas reprovam primeiros
12 nomes do novo secretariado

Não é nada boa a avaliação dos internautas aos 12 primeiros nomes do futuro secretariado municipal, confirmados na última sexta-feira 5 pelo prefeito eleito Osvaldo Franceschi Júnior. De 273 votos computados até o início da tarde dessa quinta-feira 11 pelo site do Jornal Gente, 158 disseram que o time é péssimo, o que corresponde a 57,88% do total. Outros 45 leitores votaram em ruim, ou seja, 16,48%. Somados estes dois índices de avaliação, nada menos que 74,36% dos internautas reprovaram os nomes apresentados por Franceschi.
Na outra ponta da avaliação, 17,58% acharam bom ou excelente o primeiro time de secretários. O sistema foi dimensionado para computar apenas um voto por computador ao longo de todo o período da enquete.
A página do Jornal Gente completou três semanas no ar com 3.325 acessos. Com o conteúdo completo da versão impressa do jornal, acesso à programação on line das rádios Piratininga e Jovem Pan, mais as notícias atualizadas diariamente, o endereço é o seguinte: www.jornalgente.com.br.

Prevenção

De uns tempos pra cá, funcionários que ocupam cargos de confiança na Prefeitura estão acertando as contas e sendo recontratados em seguida. Tudo por medo de serem demitidos pela nova administração e demorar pra receberem o acerto. Por via das dúvidas, já estão garantindo a grana no bolso.

E agora?

Por falar na atual administração, o clima é de velório nos gabinetes e corredores do Paço. Gente que passou oito anos na função pública e não tem outra fonte de renda (e tem um monte nessa situação), está entrando em desespero. Alguns até alimentavam esperança de continuar num cargo qualquer, mas estão percebendo que isso não vai acontecer.

Dignidade zero

Bastam alguns minutos ao lado de pessoas influentes do novo governo para flagrar situações, no mínimo, embaraçosas. Dia desses um importante secretário da atual administração telefonou pedindo para manter a filha empregada na Prefeitura. A que ponto é que se chega, não?

Nada disso

Uma suposta declaração na sala dos médicos da Santa Casa, atribuída ao dr. Osvaldo, o prefeito eleito de Jaú, teria deixado os presentes perplexos. Dizem que teria feito considerações favoráveis à privatização do Saemja, situação até então abominada pelos administradores jauenses. Consultado pela reportagem deste jornal durante o workshop dos novos secretários municipais nessa quinta-feira 11, dr. Osvaldo negou tudo – e de forma categórica.

Time completo

Nada menos que cinco advogados estavam presentes ao último dia do workshop do novo governo de Jaú, nessa quinta-feira: Luiz Arato (que chefiou a assessoria jurídica da campanha do prefeito eleito), Paulo Cetertick, Neto Leonelli, Fernando Righi (todos com participação na campanha também) e Yeda Costa Fernandes da Silva, vice-presidente da OAB de Bauru. Esta última seria a mais cotada para assumir os Negócios Jurídicos da Prefeitura em 2009, enquanto os demais ocupariam funções na mesma pasta. Porém, nenhum nome foi confirmado pelo novo prefeito.

Alternativos

Vereador Lampião (PV) confirmou na tribuna da Câmara, segunda-feira, que foi o primeiro convidado a assumir a Secretaria de Esportes, mas não aceitou. Preferiu continuar vereador. A vaga ficou então com o vice-prefeito João Brandão (PTB).

Ops! 1

E Lampião escorregou nos comentários a respeito do assunto. Ao garantir que o futuro prefeito “está chamando muitas pessoas capacitadas” para a Prefeitura, usou como exemplo o vereador Newton Coló (PTB). “Quer pessoa mais indicada para (a secretaria dos) Serviços Municipais? Já passou quatro administrações por lá!” – justificou. Porém, como Newton não teria aceitado o cargo, Lampião disparou: “Aí o que ocorre? Tem que ir pro segundo, porque o melhor não aceitou”. O nome mais provável para o cargo é o de José Eleutério, casado com uma prima do prefeito eleito.

Ops! 2

Antenado no discurso do vereador verde, Kakai (PT) não perdeu tempo para alfinetar. “Se ele (Newton) era o melhor, o que vem agora é o reserva. E se o reserva não aceitar, vem o reserva do reserva (...), até chegar naquele que fala: ‘tudo bem, eu aceito!’”.

Ops! 3

Lampião voltou ao tema para se esclarecer. “Não foi isso. Ele (Newton) trabalha e eu quis colocar ele (sic). O senhor que já veio com o segundo, o terceiro... Alto lá!”. Para concluir, o vereador, talvez ansioso em se corrigir, trocou as bolas: “Vamos por os pintos nos is... (Risos) Os pingos nos is, pra não distorcer”.

Esbarrão

Por falar em secretariado, Kakai disse que não fará comentário sobre pessoas, por mais que seja provocado. Mas mostrou-se indignado com a possibilidade da indicação de pessoas de fora de Jaú. “Pra que trazer gente de fora pra ser secretário da habitação?” – exemplificou. Ele também criticou a manutenção da pasta: “Um orçamento mixo, pouca função, um departamento basta. Trânsito, idem”.

Ufa!

Júnior Campos Prado, futuro secretário da Educação, disse que foi “muito positiva” a repercussão de suas entrevistas à Rádio Piratininga, esta semana. Ele falou do encontro com dirigentes do Sindicato dos Professores (Sinpro) e explicou como irá gerir a secretaria. Júnior é engenheiro civil.

Graduação petebista

O presidente estadual do PTB, deputado Campos Machado (foto acima), estará em Jaú neste sábado 13, por volta do meio-dia, para “confirmar que a cidade se tornará sede regional do partido”. A informação é do presidente do diretório municipal e irmão do prefeito eleito de Jaú, Ricardo Franceschi. Com a medida, o diretório municipal de Jaú desbancará Bauru, até então sede regional do PTB. O encontro será na residência de Ricardo, oportunidade em que serão apresentados ao deputado os petebistas que ocuparão secretarias municipais e cargos de confiança no novo governo. O vice-prefeito João Brandão, futuro secretário de Esportes, também é do PTB.

Pressão total

Candidato derrotado a prefeito, o vereador Agostini (PT) declarou que não quer “nem saber da tropa de choque” que irá pressionar a Câmara, semana que vem, a votar o reajuste de salário para prefeito, vice e secretários municipais. No caso, referia-se a membros do futuro governo que já estariam rondando o Legislativo. “Nem saiu uma tropa e já entrou outra?” – questionou.

Cão e gato

No finalzinho da sessão da Câmara dessa semana, outra vez Agostini e Borgo (PDT) se estranharam. O primeiro ocupava a presidência e não permitiu que o colega usasse a tribuna, alegando que não havia mais possibilidade regimental para tal. Borgo chamou Agostini de “ditador” e ouviu, em troca, que, depois de 26 anos na Casa, ainda não tinha aprendido “o que é democracia”. Os dois não se bicam faz tempo.

Gracejo

A exemplo da semana anterior, segunda-feira Agostini novamente encerrou a sessão de maneira descontraída. Dessa vez, deu um sonoro “good night” (boa noite, em inglês) aos colegas e à platéia. Foi o suficiente para revoltar uma pessoa presente à Câmara, que foi queixar-se ao advogado do Legislativo, Luiz Vicente Federice. Para o sujeito, foi “falta de respeito”: a língua portuguesa deve prevalecer e o público “não tem obrigação de conhecer a língua inglesa”.

Adios, muchachos!

É bem verdade que a última sessão ordinária do Legislativo acontece nesta segunda-feira 15, mas desde a eleição que a Câmara está em fim de feira. A primeira medida evidente foi tornar freqüente a inversão da pauta, votando primeiro os projetos e deixando o pequeno expediente (indicações, requerimentos, moções e correspondências) para o final. Uma senha e tanto para a maioria dos vereadores caírem fora do plenário, especialmente quem não foi reeleito e já está de malas prontas para deixar a Casa.

E toda votação, que antes era alongada por acalorados debates, agora ocorre no sistema vapt-vupt. Segunda passada, por exemplo, foram votados 12 projetos em meia hora.

Agradecimento

O vereador Lampião cumprimentou o Jornal Gente pela enquete realizada em seu site na semana passada, que revelou a preferência do internauta por seu nome para a presidência da Câmara. “Se fosse pelo público, seria eu o próximo presidente. Mas não é assim (Risos), é por voto dos vereadores. E digo: é uma eleição mais difícil que qualquer outra (Risos).”